Crônicas de um vestibulando

Bem… chegou a hora do vestibular da UnB, e você, está lá, 15 minutos antes da prova, vestido como se esse fosse o dia mais importante da sua vida, em pânico por não saber se homotetia tem a ver com geometria ou é o nome daquele personagem daquela obra que você deveria ter lido, mas não leu. Sem falar no fato de que você esqueceu totalmente qual foi o fator que desencadeou aquela guerra no Oriente Médio, quando você ainda nem tinha nascido.
Toca o primeiro sinal para o início da luta, digo, prova. Nesse momento você olha para o seu lado esquerdo e vê aquele cara, que parece que acabou de sair do Festival de Woodstock, ou de algum campeonato de surf, de chinelo, bermuda, camiseta e uma caneta “Bic” toda mordida.
Do lado direiro você vê um outro candidato com a camiseta de um cursinho qualquer, um óculos que mais parece um microscópio, uma caixa de “Bis”, uma garrafinha de “Gatorade” e aquela camisa social que ele usa desde a 4ª série. Já entrando em desespero, você olha pra trás e vê uma deusa loira, com um decote e uma minissaia (que lembra sua namorada, aquela que você jogou pra escanteio durante as últimas semanas pra não perder a concentração nos estudos) jogando um papo pra cima do fiscal pra ver se consegue alguma coisa.
Toca o sinal pro início da prova e você já nem lembra mais o que comeu no café da manhã. As provas são distribuídas e o fiscal começa a falar sobre o que você deve observar na prova e você, nesse estado de nervos, se pergunta:”Como eu vou saber se está faltando alguma coisa se nunca vi essa prova antes?”

Agora vamos ver se você prestou mesmo atenção na narrativa que acabou de ler e, embora professor de Matemática, vou te ajudar na interpretação:

  • Como me alimentar na véspera?
    CERTO Coma alimentos leves, como frutas, e o mais importante, coma aquilo que você já está acostumado a comer. Nada de inovações. O vestibular não é o momento de descobrir se você é alérgico a frutos do mar ou outra coisa.
    ERRADO Nada de beber, aceitar o convite pra aquela feijoada na sexta-feira ou participar daquele concurso de comer pizza. Evite alimentos gordurosos e de difícil digestão. Azia, má digestão só combinam com propaganda de remédio.
  • Como me vestir?
    CERTO Lembra do surfista? É. Aquele que de agora em diante chamaremos de Wood. Ele é que tá certo pois, usando roupas leves, ele só vai lembrar do clima na prova de geografia…
    ERRADO Lá está você, vestido como se fosse pra sua formatura. Tá maluco? Em Brasília às 14h? A última coisa que você vai querer na hora da prova é se preocupar com o calor. Meninas! Ficar desconfortável e deslumbrante pra quem? Pro fiscal? ;) . Você já tem coisa demais pra se preocupar…
  • O que devo levar?
    CERTO Leve umas três canetas pretas “Bic” testadas e seu documento de identidade original, bem como o comprovante de inscrição. Fora isso, leve uma fruta, chocolate ou barra de cereais e uma garrafinha de água.
    ERRADO Vou levar minha lancheira e meu kit prova, composto de 10 canetas (caso alguma falhe), algumas borrachas, lapiseira, grafite, aspirador de pó (pra limpar as sujeirinhas da borracha)… Será eliminado do vestibular o candidato que, durante a realização das provas, for surpreendido portando aparelhos eletrônicos, tais como bip, telefone celular, walkman, agenda eletrônica, notebook, palmtop, receptor, gravador, máquina de calcular, máquina fotográfica, controle de alarme de carro etc, bem como relógio de qualquer espécie, óculos escuros ou quaisquer acessórios de chapelaria, tais como chapéu, boné, gorro etc. e, ainda, lápis, lapiseira e/ou borracha. O CESPE/UnB recomenda que, nos dias de realização das provas, o candidato não leve nenhum dos objetos citados. Como se os que entram por fraude fizessem prova. Fazer o quê? :)
  • A que horas devo sair de casa?
    CERTO Verifique na Internet seu local de prova e procure chegar 1 hora antes, pois sempre ocorrem engarrafamentos nas entradas das escolas.
    ERRADO“Vou chegar meia hora antes, pois não quero ficar esperando lá fora”. Você não vai querer que algo errado aconteça logo no dia do vestibular. Congestionamentos, ônibus quebrado, tudo isso é possível, além de estar indo pra escola errada. Seja precavido
  • Posso levar comida pra prova?
    CERTO. Leve um chocolate, uma barra ou uma fruta e, se você não quiser sair da sala, uma garrafinha de água, isso mesmo, água. Nós sabemos que aquelas “garrafinhas coloridas” de repositores de sais minerais são ótimas para um jogo de basquete, mas por mais cansativa que seja a prova, você não vai transpirar tanto assim…
    ERRADO O candidato da direita, aquele da camiseta, levou uma caixa de chocolate. O chocolate é um alimento gorduroso e calórico, que pode te fazer mal se você exagerar, e nós sabemos que você não vai querer ir ao banheiro na hora da prova, vai?
  • Como me comportar durante a prova e manter minha concentração?
    CERTO Ao receber, dê uma folheada rápida na prova inteira e comece pela área que mais domina. Isso ajuda aumenta a confiança e te faz pensar só na prova. Coloque na sua cabeça que tudo o que você podia ter estudadado para a prova, já foi.
    ERRADO Nada de se preocupar com a prova dos outros e em como a estão resolvendo. O carinha da direita tá tranquilo, destruindo a prova de Exatas. Também, olha a camiseta dele. A garota ai atrás tá cantarolando e já abriu o vigésimo chocolate. E o Wood? Tá assoviando “Jack Johnson”. Socorro!!! Meu amigo, o que você acaba de presenciar é o que nós chamamos de guerra psicológica (não tem nada a ver com Antrax). Não entre nessa. Será que é mesmo o vigésimo chocolate que ela tá abrindo, ou ainda é o primeiro e o barulho é só pra te irritar? (Afinal, sabemos como são as mulheres com chocolate…). Por que será que o Wood tá cantarolando? Será que não é pra se acalmar e te tirar do sério?
  • Quanto mais eu marcar, melhor?
    CERTO Leia o texto com atenção e vá fazendo a questão. Quando você perceber que não sabe nada daquele item, não consegue relacioná-lo com coisa alguma e que aquela aula você não assistiu, deixe-o em branco. Você não vai querer sacrificar aquele item dificílimo, que só você sabe, sua especialidade, pra arriscar, não é? Alem disso, o tempo esta contra você. Toda vez que você quiser voltar em um item, vai ter que ler todo o texto da questão de novo.
    ERRADO Esqueça aquelas interrogaçõezinhas. É, aquelas que você faz quando não sabe aquele item e marca pra fazer depois. O que você tá pensando? Que quando você ler de novo vai “baixar” em você o Carlos Drummond de Andrade ou o Machado de Assis e você saber a resposta. Nós dois sabemos que isso não vai acontecer.
  • E o nervosismo? Como combatê-lo?
    CERTO Lembra do WOOD com sua revistinha da Mônica? Com certeza essa é uma maneira que ele achou pra relaxar. Você tambem deve ter uma…
    ERRADO Lembra da parte em que você despreza sua namorada… Pois ela, assim como sua família (com exceção daquele seu irmão mais novo que gosta de ouvir pagode nos momentos mais inconvenientes), são as pessoas que vão te dar apoio durante esta fase do processo. Lembre-se que passar no vestibular é exceção e você não vai querer fazer parte da regra nesse caso, vai?
  • Posso tentar colar?
    CERTO Não tente e nem passe cola. Reflita: Você acha que o cara do lado sabe mais que você? Além do mais, se te pegarem colando seu nome vai aparecer no jornal, mas por outros motivos.
    ERRADO Sabe a loura gostosona que tava “dando mole” pro fiscal? Não vai adiantar nada…Primeiro, ninguém vai te passar cola, porque você é um concorrente e o fiscal não vai deixar ninguém colar, pois ele sabe que aquele telefone que ela deu, no máximo. é da avó dela. .
  • Devo conferir o gabarito?
    CERTO A prova da UnB é feita em 2 dias, você sabe disso. É muito mais provável que você fique desanimado ao ver que errou uma questão do que feliz por ter acertado outra. Você deve manter sua concentração, o processo ainda não acabou. Pegue apenas aquele jornalzinho que traz a resolução comentada pra você conferir na segunda-feira.
    ERRADO Nada de chegar cedo no local de prova só pra pegar o gabarito do dia anterior. Você vai ficar com aquela papelada toda, que recebe do lado de fora, fazendo as provas do segundo dia. Ou então, ir correndo pra casa pra ver se tem algo passando na TV. Responda honestamente: Saber se você acertou ou errou alguma questão vai mudar alguma coisa na sua prova? Corta essa.
  • Por que não sei se vocês sabem, mas o que mais reprova um vestibulando não é apenas a falta de conhecimento mas também o nervosismo. Afinal é pressão de todo lado! Amigos, professores e parentes estão cobrando essa vaga na universidade durante todo o ano! E pior! Você está se cobrando, então, vai com calma e sem muita preocupação na hora da prova! Tudo vai dar certo!

    Boa prova a todos!!!

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    Marcha da Maconha – Legalize Nunca!

    Apesar da agenda médica cheia, não posso me omitir em dar minha opinião sobre esta palhaçada intitulada “Marcha da Maconha”. Fico cada vez mais triste e sou levado a concluir que a população brasileira merece o que tem. Lula e Dilma sugando quase metade de um ano de trabalho em impostos e ninguém se mobiliza, mas para fazer bagunça pedindo a legalização de uma droga, um bando de babacas da classe média enche as ruas? A cada dia, eu chego à conclusão que a única saída para este pais é mesmo o aeroporto!

    Nem adianta tentar debater sobre o tema, pois não consigo sequer conceber nenhum argumento válido para tamanha estupidez. Mas vou tentar, em respeito a você, leitor. Eis os seus argumentos:

    Legalizando e regulamentando o consumo de drogas os recursos que o governo utiliza para combater (sem resultados proporcionais) o narcotráfico,  poderiam destinar-se a combater mais eficazmente  na prevenção e reabilitação dos viciados;

    Você realmente acredita nessa besteira? O governo já é incompetente o suficiente para não garantir o pleno direito a saúde da população que não pode contar com um plano de saúde privado (como os manifestantes que participaram da marcha) e agora vai ser eficiente com programas de reabilitação? Fala sério. Cite um país onde isso tenha funcionado! Tem que ter fumado muita maconha pra acreditar nisso, como o FHC e o Carlos Minc!

    Legalizando e regulamentando o consumo de drogas se elimina o narcotráfico, uma importante fonte de oferta de drogas, que se encarrega de “fazer propaganda” do produto entre os mais desprotegidos da sociedade (crianças e jovens), com os quais os narcotraficantes fazem um esforço para “fisgá-los”.

    Vamos lá! O cigarro é uma droga lícita, legalizada, certo? Cujo preço é predominantemente constituído de impostos, concorda? Por que? Para desestimular e restringir seu uso e aumentar a receita do Estado, para que aqueles que insistem em utilizá-lo, mesmo tendo conhecimento dos problemas de saúde causados por ele, paguem um preço alto para manter o vício, mesmo tendo os lugares permitidos para o fumo a cada dia mais restritos. Você sabia que o Paraguai, nosso vizinho pobre, tem uma produção de cigarros 30 vezes maior que seu consumo interno: a fabricação de 87 bilhões de unidades por ano para um mercado de 2,5 bilhões. Há 36 fábricas no Paraguai, 25 delas com capacidade de produzir em larga escala. Para você ter uma idéia, sabe-se que o Brasil abriga cinco indústrias de cigarro, fora as que atuam clandestinamente sonegando impostos. Pêlo de rato, asas de inseto, pedaços de barbante, plástico e grãos de areia. Não, não é uma receita qualquer de bruxaria, esses ingredientes estão na composição dos cigarros falsificados e contrabandeados para o Brasil. Milhões de brasileiros não sabem que tragam essas substâncias, tão sofisticadas são as falsificações. A venda de cigarro clandestino não se restringe mais às bancas de camelôs. São maços e maços presentes em quase 50% dos pontos-de-venda do País – padarias, bares, restaurantes, bancas.
    Agora vamos levar essa “experiência” para a maconha. Em primeiro lugar, a legalização aumentaria a oferta, reduzindo o preço e acabando com o tráfico, certo? Além de não acabar com o tráfico, facilitaria o acesso à maconha a pessoas sem maturidade suficiente para exercer seu direito de escolha: os jovens. Você tem visto propagandas de cigarros? Não? Porque foram proibidas. E mesmo proibidas o número de adolescentes que experimentam e se viciam vem crescendo, pois basta ir a uma banca, mercearia, mercadinho e comprar. Agora, imagina a maconha no mesmo patamar…

    Os “chapados” querem justificar o erro da legalização do tabaco e do álcool, que existe hoje, em favor da legalização da maconha, como se um erro justificasse o outro. A maconha já deve ter feito seu estrago em seus neurônios. Quer dizer, se um dia eles tiveram algum :) . Eu queria entender qual é a lógica de nossos “intelectuais”, nossos “artistas” que apoiam a legalização ao mesmo tempo que defendem a descriminalização. Eu concordo com a descrimininalização também, por entender que um viciado é um doente e não um criminoso, alguém que precisa de tratamento e não cadeia, assim como os viciados em tabaco, que deram o primeiro passo para o câncer de pulmão, traquéia e outras doenças. Entretanto, que hipócrita reconhece isso ao mesmo tempo que defende a legalização? Hipócrita o suficiente para reconhecer que usou bastante no passado, antes de constituir uma família, mas que agora não o faz com a mesma frequência. Por que, se é tão bom? Honestamente, não entendo como usar uma substância que altera seu estado natural e te faz fugir da realidade pode resolver os problemas. Por que não tentam a meditação? É mais barato e não tem contra-indicação. Será que é porque dá trabalho e acender um cigarro de maconha é mais fácil? Mas por que parar na maconha? A cocaína tem um efeito mais forte. Ops, ia esquecendo da heroína, obtida da papoula, usada a vários séculos como planta medicinal na Ásia. Não é esse outro grande argumento: os fins medicinais da maconha? Por que não legalizar todas as drogar e acabar de vez com o tráfico? Não é essa a lógica? Não esqueça que a maconha comprovadamente é a porta de entrada dos viciados no mundo da droga.

    Os grandes consumidores*

    Usuários de drogas ilícitas no mundo – 200 milhões
    Maconha – 163 milhões
    Anfetaminas – 34 milhões
    Cocaína – 14 milhões
    Opiáceos – 15 milhões
    *O uso de uma substância não elimina o de outra

    A Maconha

    Também apelidada de baseado, erva, tora, bagulho, fininho, beise, a maconha é derivada das folhas de uma planta chamada cannabis sativa, que contém a substância ativa THC-Delta-9, o Tetrahidrocanabinol. É originária da Ásia Central e conhecida há mais de 200 anos. O uso constante pode levar a problemas pulmonares (seu teor de alcatrão é maior do que o do cigarro comum) e até ao câncer, porque nela existe uma substância chamada “benzopireno” um conhecido agente cancerígeno. Há estudos que apontam que a maconha diminui, no homem, a quantidade de testosterona, reduzindo o número de espermatozóides. O homem não fica impotente, mas pode ficar estéril.

     

    Folha de maconha

    Efeitos fisiológicos

    Além do cérebro, os efeitos colaterais da maconha podem atingir outras partes do corpo. A maconha possui centenas de substâncias químicas e, quando é queimada, outras centenas delas são produzidas. Ao ser digerida ou inalada em qualquer outra forma, inúmeros efeitos colaterais acontecem a curto prazo. Alguns deles são:

    • problemas com a memória e com o aprendizado
    • percepção distorcida
    • dificuldade com pensamentos e solução de problemas
    • perda da coordenação
    • aumento dos batimentos cardíacos
    • ansiedade, paranóia e ataques de pânico

    Os efeitos iniciais criados pelo THC da maconha passam depois de uma hora ou duas, mas as substâncias químicas permanecem no seu corpo por muito mais tempo. A meia-vida do THC é estimada entre 20 horas a 10 dias, dependendo da quantidade e da potência da maconha utilizada. Isso significa que se você usar um miligrama de THC que possui uma meia-vida de 20 horas, 0,031 mg desta substância ainda estará no seu corpo depois de quatro dias. Quanto mais longa a meia-vida, mais tempo o THC permanecerá em seu corpo.

    O debate sobre a intensidade do vício à maconha continua. Estudos, ainda em andamento, mostram os inúmeros sintomas possíveis associados à interrupção do uso da maconha. Estes sintomas quase sempre incluem: irritabilidade, nervosismo, depressão, ansiedade e até raiva. Outros sintomas são inquietação, mudanças importantes no apetite, ataques de violência, sono leve ou mesmo insônia. Além destes possíveis efeitos físicos, uma dependência psicológica quase sempre se desenvolve, pois a mente do usuário ambiciona o sentimento de leveza que consegue ao usar a droga.

    Além destes efeitos que a maconha possui, os que a fumam estão suscetíveis aos mesmos problemas de saúde dos que fumam tabaco, como bronquite, enfisemas e asma. Outros efeitos incluem boca seca, olhos vermelhos, coordenação motora e concentração debilitados. O uso prolongado da droga pode aumentar a chance de danos aos pulmões e ao sistema reprodutivo, de acordo com a Agência Americana de Combate às Drogas (DEA – Drug Enforcement Agency). Seu uso também tem sido associado a infartos.

    Em Brasília, a tentativa da tal “marcha” contou com funcionários públicos (que já não trabalham mesmo) e estudantes ( digo, alunos ) da UnB, pois estes alienados que estavam presentes procuram qualquer motivo para não estudar e não merecem ser chamados de estudantes. A maioria, é claro, da classe média/alta, se intitulando “pessoas esclarecidas”, mas que não passam de alienados, sem coragem de lutar por uma causa que seja realmente importante, como acabar com a desigualdade social no Brasil. Ainda tive que ouvir um imbecil defendendo a legalização e dizendo que “quando seu filho tiver idade para escolher, será ele aquele que fornecerá o baseado”. Um idiota como esse não deveria sequer ter o direito de ser pai!

    Até agora a campanha pela legalização das drogas vem, felizmente, sofrendo oposição por parte da maioria da sociedade. As políticas de combate ao crime devem, sim, mudar. Não basta mais dizer: não às drogas. Temos que afirmar com a mesma veemência: não ao crime. Sair as ruas para reivindicar e permitir que nossa indignação ultrapasse as janelas de nossas casas.

    LEGALIZAÇÃO? NUNCA!

    Você é contra ou a favor da Legalização da maconha?

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